Oi 2020 tchau 2019 // Retrospectiva

“holding back the years…”

Minha retrospectiva neste ano que vai ficar na memória. Ah sim vai. Pro bem ou pro mal. 

No entanto eu pessoalmente estou fechando ele muitíssimo contente. Então bora selar com essa que já virou uma tradição.

Eu falei no instagram que este foi um ano SUPER pautado pela política então eu escrevi um post (bem esperançoso;) dedicado apenas a isso. Ainda vou publicar.

Ainda bem que to com minha tia astróloga aqui na praia e posso perguntar isso pra ela (por exemplo / eu alugo ela o tempo todo para consultas). 

Este foi um ano de predominância do planeta marte (no wonder).

Aqui as coisas que eu me orgulho e agradeço neste ano:

  • Estudei budismo

E ainda estou achando que é uma das coisas mais divinas que o ser humano já realizou na terra (na noção de divino budista rs).

  • Passei de faixa no Kung Fu

Demorei um ano pra isso, minha frequência não foi a melhor, diversas vezes eu não sentia força para o treino. No momento mais tenso deste ano minha mestra me enquadrou (eu teria enrolado mais). Treinei, e não errei nada na prova! Mas roubei no finalzinho das flexões com punho no chão (não me orgulho disso). Obrigada João e Robson por terem me ajudado e aos mestres, mestras e colegas do núcleo 7 esferas do tao.

  • Participei em uma conferência de nômades digitais em um cruzeiro

Não sei por que eu não fiz isso antes. Ir num encontro de nômades digitais. Eu aprendi um monte de coisa. Entrei em contato com pessoas muito legais com sentido de comunidade. Senti uma conexão grande com elas. Várias coisas que sempre pensei pra minha vida como independência financeira, trabalhar remoto, ser dona do meu tempo etc já tem gente colocando em prática e é ótimo ter exemplo real de que outra vida é possível. Eu simplesmente não sabia que tanta gente pensava como eu. Fora voltar de cruzeiro pro Brasil, uma coisa que sempre quis fazer, mas que nunca tive coragem (com certeza não faria isso sem as 300 pessoas do nomad cruise).

O Oliver Klein sintetizou muito bem como eu me senti, então vou colocar o texto dele aqui:

“If I had to put a label on this experience, it would be: Identity.

Why Identity?

For me personally, I realised that so many can relate to the idea of living a location independent life – one major reason to participate in that boat conference Nomad Cruise. Leaving the 9-to-5 behind, gaining back control over your time by creating the time of your life. Accomplish the goal to chose where and when to work, live, and balance yourself somewhere in between. Or not.

Meeting all these people, no matter what stage each of us yet reached on the journey to free ourselves from whatever we think that chained us to a certain way of living, was truly inspiring. And it gave us identity.

I am not saying, each individual did not have an identity before. What I mean is that this feeling of living a life in an autonomous, self-determined way, received a palpable identity through all these people that came together on this boat.

This movement has just begun, and it will become much much bigger. You can call it whatever you want. You can call yourself a digital nomad. Or you don’t.

It is not a word. It does not need your definition. It does not need a label. But it has identity.”

  • Participei de um desafio de falar em público uma história pessoal.

Também na conferência do Nomad Cruise. É muito mais difícil do que parece! Dá um nervoso gigantesco ter que lidar com o fato de você se achar chata, sem graça e desinteressante em cima do palco, com microfone na mão, em inglês, na frente da luz colorida e de 299 e meia pessoas.

  • Tomei ayahuasca pela terceira vez e foi tão especial, revelador e espiritual quanto a primeira vez a 16 anos (sim eu sou mais velha do que pareço, tomei com 19).
  • Dancei muito mais que 2018
  • Decidi ficar um tempo sem beber. Hoje faz um mês e estou amando minha qualidade de sono. Já tive vários insights sobre minha personalidade e o que busco com a bebida também.
  • Levantamos mais um NUBLU. E quando eu falo de ano de redenção… olha aí na foto a Maya Kronfeld @drummerschild, tecladista da Georgia Anne. A Maya fez um show no Sesc Pompéia, lotadíssimo, o mesmo SESC que recebeu a Judith Butler, orientadora da Maya, sob protestos de gente que não entende nadica de discussão de gênero. A gente tinha que fazer essa foto. Na cara da sociedade 😀maya eu sesc pompeia
  • Mudei (de vez) pro meu bairro preferido de SP, pelo menos por enquanto…
  • Discotequei num festival (melhor do universo). 

Eu já sabia desse festival coletivo a um tempo, que você só vai se for convidado etc. Quando me chamaram eu já pensei no que podia fazer para adicionar. Mas não sabia que era tão profissa! Logo no primeiro dia um monte de gente veio falar comigo pois eu fui a única mina que tocou. Imagina se não fiquei nervosa… Mas foi uma delícia. Toquei segura, de dia, bem na hora que a chuva deu uma inspiradíssima trégua, e pude ver todo mundo por ali brincando ao meu som. Obrigada amigos que estiveram na pista! Ju, Michele e Murilo e todos mais. Obrigada super producers que acreditaram em mim, Maria, Leo, Dhyan e Thais. Um aho pra minha querida roomate Renata. Espero que eu tenha inspirado outras minas pro próximo. E quero muito fazer aulas para aprender a mixar (eu só sei fazer tracking). 

  • Tive uma relação muito legal com alguém especial (acabou 🙁  foi uma construção bonita e aprendi muito com esse relacionamento, principalmente: companheirismo)
  • Fiz meu primeiro retiro de meditação. Quero e vou fazer muitos mais.
  • Fiz um curso de Yoni Eggs
  • Fiz um curso de massagem tailandesa
  • Dei consultoria para 3 pessoas de marketing para insta, SEO e otras cositas más
  • Conheci pessoas incríveis que sei que vão ficar no meu coração para SEMPRE
  • Quebrei 3 anos consecutivos de aniversários cinzas com um aniversário maravilhoso colorido mandalístico!
  • Inventei um ritual de Natal: ficar 24 horas com o celular desligado.
  • Passei por 11 países este ano e amei conhecer a Tailândia, o Uruguai e especialmente o Viet nam <3
  • Voei pela primeira vez de paraglider e tentei de leve pilotar ele (no chão). 

Logo eu que sou apavorada com altura. Me sentir super segura. o que mais me maravilhou além de tudo parecer relativo e a vida lá em baixo operar em câmera lenta, foi que: prepara…! as árvores crescem em espiral! Você olha pra baixo e vê um monte de fractais, igual esse #brocoli romanesco. #fractal

Aqui as que eu me perdôo por ter achado que falhei. Minhas sombras de 2019:

  • Não passei tempo substancial – e presencial – com meus mais chegados, pessoas que são importantes pra mim (eu culpo a mobilidade de São Paulo, mas claro que são as prioridades + o fato de eu ter me isolado no bairro e na minha vida)
  • Me esgotei de tantas demandas de esferas diferentes 
  • Deixei que pensamentos em looping me consumissem
  • Tive muita insônia e noites mal dormidas por stress
  • Falhei em não cobrar ou rever os termos de um acordo que não estava legal pra mim a tempo. No final senti que perdi o timing de fazer isso e desisti.
  • Usei uma droga que eu já sabia, não gosto (nunca mais)
  • Fiquei obcecada por notícias
  • Fiquei obcecada por política
  • Não acho que é possível enjoar de viajar, mas passei por muitos lugares em um curto período de tempo e cheguei a cansar da viagem (fora o bode gigantesco de Hostel/gente de hostel (olá vinte e poucos anos :P)
  • Deixei minha marca um pouco de lado este ano e não criei nenhuma campanha (nova) significativa para ela. Mas isto porque eu precisava deste tempo para mim, longe de rede social. 
  • Fui MUITO dura comigo mesma.

Neste ano de 2020 VOU

  • Viajar com mais inteligência: passar mais tempo em menos lugares
  • Continuar no caminho de adquirir o hábito de me exercitar por no mínimo 30 minutos todos os dias de manhã (principalmente antes de ligar o celular)
  • Meditar mais
  • Continuar escrevendo com mais disciplina para transformar os garranchos digitais em conteúdo
  • Mandar ver no marketing (consultoria e para meus projetos)
  • Criar um curso de instagram
  • Um grupo de café para encontro de mulheres
  • Participar de outra conferência 
  • Encontrar pessoas que têm interesses similares
  • Dançar ainda mais
  • Continuar sem beber (e sem fumar o cigarro da cerveja)
  • Visitar templos Budistas no Brasil (já sinto muito saudade disso)

Amo demais fazer essa retrospectiva. Quantas coisas podemos fazer em 52 semanas.

Valeu falou! até ano que vem, amo você! Jesus ama você, Budha ama você, Que tal/vamo se amar também?!

Boas festas!

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